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26 de janeiro de 2022
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Luciana Bezerra — Da Revista Cenarium*

MANAUS — Pesquisa realizada, em agosto passado pela Análise Econômica Consultoria aponta que não se pode medir o desenvolvimento e a riqueza de um País apenas pelo setor agropecuário. Segundo o estudo, é necessário direcionar esforços para novas atividades, novos segmentos e setores — especialmente para atividades altamente tecnológicas.

De acordo com o economista-chefe da Análise Econômica Consultoria, André Galhardo, responsável pelo estudo, desta forma, o Brasil terá menos atividades que sofrem com influências externas e uma economia mais resiliente, com ocupações de maior remuneração e, por conseguinte, uma nação mais rica e desenvolvida.

“Os impactos das inovações na economia são muito claros: aumentam a inserção no mercado internacional, elevam o nível de renda no País ao criar postos de trabalho ultra especializados, além de taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mais altas e estáveis. Quando um País não investe adequadamente em inovações, o resultado é a maior dependência de tecnologias vindas do exterior, escoando nossa riqueza para outras nações”, frisa Galhardo.

O economista ressaltou ainda que um dos caminhos para o País é olhar para o desenvolvimento da área da ciência. “Hoje, o Brasil investe cerca de 2,3% do PIB em Ciência e Tecnologia, o que é levemente abaixo do patamar de países como os que participam da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mas a maior diferença reside no montante investido em pesquisa e desenvolvimento pela iniciativa privada. Enquanto a média da OCDE é de 1,3% do PIB, na Coreia é de 2,6% e na China é de 1,2%, no Brasil esse percentual não supera os 0,6%”, conclui.

Sobre a consultoria

Com a missão de produzir estudos e análises econômicas que contribuam para uma melhor compreensão da realidade, a Análise Econômica Consultoria visa permitir tomadas de decisão mais assertivas por parte de pessoas, empresas e instituições públicas.

(*) Com informação da assessoria