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15 de maio de 2021

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Com informações da Veja

SÃO PAULO – Já pressionado pelas candidaturas de Jair Bolsonaro (Sem partido), colocada na rua praticamente desde o primeiro dia de mandato, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ressuscitada pelo STF com a anulação de suas condenações, o centro político acelera as discussões sobre possíveis nomes na disputa de 2022.

Inquilino do Palácio do Planalto entre 1995 e 2002 e presença constante no segundo turno presidencial de 2002 a 2014, até ser desbancado pelo bolsonarismo na última corrida presidencial, o PSDB se prepara para definir o nome que o representará no pleito e na mesa de negociações com outras legendas próximas ao seu campo. Importante pilar na construção da alternativa aos extremos, a escolha no ninho tucano deverá ser feita por meio de prévias, expediente corriqueiro em países como os Estados Unidos do bipartidarismo, mas incomum no Brasil da selva das siglas com caciques.

Desde a redemocratização, apenas o PT, em 2002, definiu um candidato por meio de votação interna. Se naquela ocasião até o adversário interno de Lula, Eduardo Suplicy, sabia ser quase impossível bater o oponente, a disputa no PSDB tem o seu desfecho mais em aberto. Quatro nomes já são cogitados para o processo, inicialmente previsto para ocorrer em 17 de outubro: os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-­prefeito de Manaus Arthur Virgílio.

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