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23 de junho de 2021
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Via Brasília – Da Revista Cenarium

PP pragmático

Bastaram as ruas darem a primeira sinalização de que vai ter oposição forte, sim, para parlamentares do partido Progressista exercitarem seu habitual pragmatismo. Ao dizer ao Valor Econômico que hoje Jair Bolsonaro não venceria as eleições, o senador Ciro Nogueira, comandante e chefe do partido, reverbera a análise de seu companheiro de partido, o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira. Aliados acompanham passo a passo o desgaste de Bolsonaro, agravado pelos desdobramentos da CPI da Pandemia, de olho nas eleições de 2022.

Carinho com Lula

Em que pese ter apontado que expectativas econômicas positivas podem mudar o atual cenário de reprovação de Bolsonaro, assim como Lira, Ciro evitou criticar o ex-presidente Lula. Sempre que falam de Lula, os dois caciques expressam o termo “carinho” pelo petista e alegam que uma conversa hoje com ele seria mal interpretada. Porém, um dos líderes do PT revelam que, ao menos com o presidente da Câmara, esse encontro com Lula já teria ocorrido em Brasília.

Portas abertas

Ainda que reforcem que estão na base de apoio de Bolsonaro, Lira e Ciro avaliam que não há espaço político para a terceira via se consolidar no País. Mas, sabidos que são, não costumam fechar as portas para não aliados. Sabem que, independentemente de quem ganhar o pleito no ano que vem, têm tudo para seguir sendo governo. Sobre o convite para abrigar Bolsonaro no Progressista, parece que houve recuo. Alegam, agora, que não tem como “dar uma reviravolta” no partido e que o ideal seria o presidente voltar ao PSL ou buscar uma legenda menor. Sei…

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