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20 de novembro de 2021
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Com informações do Infoglobo

ANGUILLARA VENETA, ITÁLIA — O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi alvo de uma manifestação nesta sexta-feira na cidade de Anguillara Veneta, no norte da Itália. Ativistas jogaram esterco e fizeram pichações na sede da prefeitura em protesto contra a concessão do título de cidadão honorário do município, na próxima semana.

Bolsonaro desembarcou em Roma no começo desta sexta para cumprir agenda presidencial, em reunião do G20, e para entrar em contato com suas origens italianas.

Vídeo:  Bolsonaro passeia pelo Centro de Roma, visita loja de embutidos e evita falar de G-20 na Itália

O ato foi realizado pelo grupo ambientalista Rise Up 4 Climate Justice. Em suas redes sociais, o grupo publicou imagens que mostram a pichação da frase “Fora Bolsonaro” em frente à Prefeitura de Anguillara Veneta. A legenda do vídeo diz que “quem destrói o planeta não é bem-vindo, nem aqui nem em outro lugar”.

https://www.instagram.com/reel/CVnWGREqVGO/?utm_source=ig_embed&ig_rid=c0a3b883-42f9-438a-8ecb-b531c90c85e6

A homenagem em Anguillara Veneta está prevista para a próxima segunda-feira. O título foi cidadão honorário foi oferecido pela prefeita Alessandra Buoso, ligada ao partido de ultradireita Liga Norte.

Bolsonaro chegou à Itália na manhã desta sexta-feira. A comitiva presidencial esteve, nesta manhã, na embaixada do Brasil, na Piazza Navona, em Roma. Bolsonaro pelas ruas do Centro Histórico da capital italiana.

Manifestantes jogaram esterco em frente à Prefeitura de Anguillara Veneta, na Itália Foto: Divulgação/Rise Up 4 Climate Justice

O presidente deve passar cinco dias em visita oficial à Itália. Neste fim de semana, Bolsonaro deverá participar da reunião de cúpula de líderes do G20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo.

Crise climática

Em suas redes sociais, a Rise Up 4 Climate Justice afirmou que Bolsonaro representa com perfeição “o modelo capitalista, predatório, destrutivo e colonialista” contra o qual o grupo luta.

No texto, os ativistas consideram o Brasil “uma das grandes potências da Terra”, porém, governada por negacionistas da crise climática e “responsável por ter destruído 8.500 quilômetros quadrados da floresta amazônica”.