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25 de janeiro de 2022
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Victória Sales – Da Revista Cenarium

MANAUS – Com conteúdos relacionados à Amazônia, meio ambiente, questões sociopolíticos, socioeconômicos e comportamentais, além de assuntos sobre diversidade, igualdade de gênero e relações étnico-raciais, a CENARIUM se tornou objeto de estudo em uma das maiores e mais renomadas universidades do Japão, a Universidade de Nagoya. A universidade é a terceira melhor instituição de ensino superior classificada no país asiático e é dividida em três campus.

De acordo com o pesquisador em ‘Paz e Governança’, no Departamento de Desenvolvimento Internacional da Universidade de Nagoya, Rafael Lins, de 33 anos, levou edições da revista para serem entregues na biblioteca da universidade com a intenção de que elas pudessem se tornar objetos de estudo de outros pesquisadores da instituição. “A gente tem uma produção autóctone da Amazônia, é algo inédito, eu nunca tinha visto uma revista que trate de assuntos internacionais na qualidade que tem a CENARIUM“, destacou.

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Rafael contou também que a CENARIUM tem a questão de mundo e conflitos, além do dossiê do Bolsonaro, exposta na 16ª Edição da revista impressa. Além disso, o pesquisador relatou também sobre o processo de produção feito pela revista. “Nós temos a questão de uma produção de qualidade vinda da Amazônia, a gente tem também a questão de se estar levando para o mundo questões que são particulares, coisas que a mídia global não vai conseguir explicar com a riqueza de detalhes que precisa ser explorada”, detalhou.

Algumas edições da CENARIUM. (Divulgação)

Lins explica ainda que é muito importante ter esse tipo de material em várias partes do mundo, pois os pesquisadores estão tendo acesso a esse tipo de informação e isso chama a atenção para futuras pesquisas no Brasil. “Quem sabe uma pesquisa sobre desmatamento para o futuro, uma questão dos impactos ambientais ou socioambientais do garimpo na Amazônia, como o aquecimento global pode estar afetando pequenas comunidades ribeirinhas da Amazônia. Então, esses temas que são relacionados e que são descritos com detalhes são muito importantes”, salientou.

Em outro momento, Rafael Lins alega que a revista pode ser usada como objeto de estudo, como inclusive, um fator de introdução com o tema, e ela tem um grande potencial para isso, pois tem uma boa escrita; os sistemas de buscas das universidades costumam ser por palavras-chaves. “Quando se procura por Amazônia ou desmatamento, aí faz referência à revista”, narrou.

Feira de Livro de Lisboa

No mês de agosto deste ano, as versões impressas da revista CENARIUM estiveram em exposição na 91ª Feira do Livro de Lisboa, em Portugal. A revista impressa faz parte de um portfólio de produtos oferecidos pela CENARIUM, como geradora de conteúdos. Os leitores puderam ter acesso às matérias produzidas neste ano, nos meses de agosto, como a capa mais recente: ‘Eles fizeram a Amazônia de Cobaia’, bem como ‘Custo Devastação’, de julho, ‘Genocídio Yanomami’, de junho, e até mesmo a edição ‘Pandemia de Fome’, de abril.

Para a diretora executiva da CENARIUM, Paula Litaiff, mostrar a Amazônia com uma ótica diferente destaca as produções, que ressalta a ciência, a cultura e o protagonismo do povo amazônida. “Fugimos muito dos clichês, queremos mostrar nossa realidade. Nós somos trabalhadores, lutadores e guerreiros e isso a revista quer mostrar para o Brasil e para o mundo. Tanto que este é o nosso slogan”, comentou Litaiff.

Europa

A CENARIUM também já circulou na Europa, em países como a Holanda, com o objetivo de promover um intercâmbio de informações, e expandir a agência amazônida. De acordo com Paula, o propósito é fortalecer a linha editorial da agência e reforçar a identidade jornalística do projeto, além de levar informação de qualidade sobre a Amazônia para todo o mundo.

Com a expansão do conteúdo levado pela CENARIUM é possível fortalecer o nome da empresa como referência de jornalismo de alta qualidade, ainda mais de um conteúdo feito por uma empresa da região Norte do Brasil.