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8 de dezembro de 2021
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Com informações da assessoria

MANAUS – Dados de uma pesquisa realizada pela Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (CDC/Aleam) apontaram uma queda de 1,99% no valor médio da cesta básica praticado em maio, na comparação com o mês anterior. De acordo com o levantamento, divulgado nesta terça-feira (1º), no mês de abril, o consumidor amazonense pagou R$ 263,98 pelos itens essenciais contra R$ 258,53 no mês seguinte. O levantamento apontou, ainda que, a despeito da redução na comparação entre abril e maio, a cesta básica praticada em Manaus acumula alta de 4,01% nos cinco primeiros meses deste ano.

Para a conclusão da pesquisa, realizada nos dias 27 e 28 de maio, a equipe da CDC/Aleam percorreu dez supermercados localizados nas zonas Leste, Norte e Centro-sul da capital amazonense e coletou preços de 26 itens essenciais.

De acordo com a pesquisa, os produtos que mais contribuíram para essa redução foram o extrato de tomate (-18,33%), o sabão em pó (-14,50%), o vinagre (-13,39%), o arroz branco comum (-13,13%), o achocolatado (-12,55%) e o desinfetante (-7,23%).

Por outro lado, a pesquisa apontou, também, um acréscimo no preço de alguns itens essenciais na mesa do consumidor amazonense entre os quais, a sardinha (+14,98%), o papel higiênico (+9,28%), a linguiça calabresa (+4,28%), o óleo de soja (+3,31%) e o açúcar (+3,25%).

Ainda segundo a pesquisa, uma variação de 41,61% no valor da cesta básica praticado nos estabelecimentos percorrido, sendo R$ 215,67 a cesta mais barata e R$ 305,42, a mais cara, uma diferença de R$ 89,75.

Diferenças de preços

Entre os produtos similares encontrados nos estabelecimentos percorridos pelas equipes da CDC/Aleam, foram registradas diferenças de preços de até 187,05%, como é o caso do creme dental. O valor do pote de 250g varia de R$ 1,39 entre R$ 7,98.

Outros produtos também tiveram destaque na alta do preço, como margarina vegetal (147%03%), o sabão em pó (131,78%), o sal de cozinha (120%) e o desinfetante (106,21%). Já as proteínas, como o frango e o ovo, apresentaram variação de 14,31% e 30,53%, respectivamente.

Para o presidente da CDC/Aleam, deputado estadual João Luiz (Republicanos), essa variação de preços reforça a importância de os consumidores pesquisarem bastante antes de fazer as compras mensais. “Diante do momento de crise em que vivemos, a saída para economizar e não estourar o orçamento familiar é mesmo colocar tudo na ponta do lápis e comparar os preços dos produtos essenciais”, ressaltou o parlamentar.