26 de janeiro de 2021

Com informações da assessoria

MANAUS – O espetáculo de dança ‘‘Territorializar Apoena: Aquele Que Vê Longe’’ iniciou o circuito de apresentações em comunidades indígenas do Amazonas na última segunda-feira, 23, e segue até esta sexta-feira, 27, abordando questões humanitárias dos povos nativos.

Com uma perspectiva contemporânea inspirada na cultura indígena, o espetáculo é interpretado e idealizado pela artista independente e produtora cultural Francis Baiardi, com produção musical por Paulo Pereira.

‘’Apoena, na língua tupi-guarani, significa justamente aquele que vê longe, e o espetáculo busca levar essa voz de que estamos todos juntos, recordar a realidade vivida pelos indígenas e a frieza como são tratados’’, explicou Francis Baiardi.

(Divulgação/Francis Baiardi)

A Comunidade Tikuna Wotchimancu, na Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus, foi a primeira a receber as apresentações de ‘‘Territorializar Apoena: Aquele Que Vê Longe’’, na presença da liderança indígena Bernardino, nesta segunda.

O espetáculo segue na Aldeia Beija-Flor, no município de Rio Preto da Eva, nesta quarta-feira, 25, com a presença do cacique Sérgio Tukano, e no Parque das Tribos, bairro Tarumã, Zona Oeste da capital amazonense, na quinta-feira, 26, com a liderança indígena Cláudia Baré.

(Divulgação/Francis Baiardi)

O ciclo de apresentações finaliza no Teatro da Instalação, Centro de Manaus, com uma roda de conversa sobre a visibilidade e as vivências indígenas, com a participação de Agnilson Tikuna, Wanda Ortega, Mara Pacheco e Cláudia Baré, nesta sexta-feira, 27,

O projeto foi contemplado pelo Edital Manaus Conexões Culturais 2018, promovido pela Prefeitura de Manaus, através da Fundação Municipal de Cultural, Turismo e Eventos – ManausCult.

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