24 de outubro de 2020

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Da Revista Cenarium*

MANAUS – A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira, 15, um delegado e um empresário na segunda fase da Operação Tergiversação. A ação investiga suspeitos de corrupção, dentro da própria PF no Rio de Janeiro. Além dos mandados de prisão, foram expedidos 33 mandados de busca e apreensão.

Entre os alvos estavam dois delegados. Wallace Noble, foi preso na ação e o delegado e diretor da Academia da Polícia Civil, Carlos Ranges, tinha um mandado de busca e apreensão expedido contra ele.

A investigação mira empresários que participavam de um esquema de propina, para policiais, em troca de proteção em investigações de um núcleo da própria Polícia Federal.

De acordo com a Força Tarefa, o esquema criminoso excluía os nomes de empresários e companhias das investigações em curso, mediante pagamento. Os valores variavam de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão. A PF estima que as vantagens recebidas pelo grupo chegam a R$ 10 milhões.

Os suspeitos vão responder por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, organização criminosa e obstrução de justiça. Na primeira fase da operação, em junho de 2019, foram presos um advogado, um outro delegado da ativa e um escrivão da PF.

(*) Com informações TV/Band

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