26 de fevereiro de 2021

Da Revista Cenarium

De forma espontânea, a REVISTA CENARIUM concede Direito de Resposta extrajudicial a Sra. Anália Nogueira citada na matéria: Lei Aldir Blanc em Manaus: filha de Amazonino recebe R$ 60 mil e R$ 4 milhões ficam concentrados nas mão de 30 artistas; não contemplados precisam de ajuda.

Leia mais sobre o assunto: De diretor municipal à artista na Grécia: veja alguns dos contemplados pela Lei Aldir Blanc no Amazonas

DIREITO DE RESPOSTA

Fui surpreendida pela matéria “Lei Aldir Blanc em Manaus: filha de Amazonino recebeu R$60 mil e R$4 milhões a 30 artistas; não contemplados precisam de ajuda”, publicada pela revista Cenarium – Da Amazônia para o Mundo. De forma irresponsável e tendenciosa, o projeto aprovado por mim, contemplado pelo edital da Lei Aldir Blanc da Manauscult, foi exposto de modo a dar a entender que os recursos obtidos de forma legal e dentro das regras do edital eram desproporcionais e/ou incompatíveis com os projetos aprovados.

Em momento nenhum a jornalista responsável pela matéria entrou em contato comigo ou qualquer outro membro da equipe técnica que integra o Néon do Norte – Coletânea Audiovisual para relacionar os objetivos propostos pelo projeto e obter informações necessárias para sua divulgação. Com base em publicações de redes sociais, incluindo publicações do meu perfil pessoal, foram tiradas conclusões rasas e tendenciosas sobre o destino dos recursos, deixando claro a falta de compromisso com a ética e a verdade que deveriam ser tidos como pilares no jornalismo.

Todos os relatórios de atividades exigidos ao nosso projeto foram e estão sendo entregues conforme dita o edital, assim como os produtos finais, que não se resumem a lives nas redes sociais. Vale ressaltar que o projeto, que abrange uma vasta cadeia produtiva da cultura com mais de 40 profissionais envolvidos diretamente fomentando também a economia local, teve suas atividades paralisadas devido aos decretos 43.269 e 43.282 de medidas restritivas do Governo do Amazonas diante do agravamento da pandemia no estado.

As oficinas práticas de audiovisual propostas pelo projeto foram realizadas em dezembro de 2020 na Vila de Paricatuba e os videoclipes encontram-se na etapa de pós-produção. Prezando pela transparência e com a consciência tranquila de que utilizamos os recursos obtidos a favor do fomento da arte e da cultura no Estado, nos colocamos à disposição de qualquer membro dos órgãos reguladores e da sociedade civil para esclarecer quaisquer dúvidas que possam existir. Assim como exijo direito de resposta diante das acusações, sem fundamentos,  veiculadas na revista.