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23 de abril de 2021

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Com informações da Folha de S. Paulo

MANAUS – A agência de notícias Bloomberg criou um ranking que classifica os melhores países para se viver na pandemia. Atualizada periodicamente, a lista avalia 53 nações com Produto Interno Bruto (PIB) maior do que US$ 200 milhões (R$ 1,1 trilhão). São levados em conta indicadores como taxa de mortalidade pela Covid-19, capacidade de testagem, acesso a vacinas, impacto de medidas restritivas, entre outros.

Na última atualização feita no final de fevereiro, dos cinco primeiros países da lista (Nova Zelândia, Austrália, Cingapura, Finlândia e Noruega), três são liderados por mulheres. Austrália e Cingapura tem primeiros-ministros homens como chefes de governo, mas também têm uma rainha (a Elizabeth) e uma presidente mulher como chefes de Estado, respectivamente. Já os piores países para se viver na pandemia no momento (pela ordem: Nigéria, Brasil, República Tcheca, Peru e México) são todos governados por homens.

Obviamente, não dá para cravar que as mulheres são sempre melhores do que os homens em posições de comando, até porque nesse caso existem diversas variáveis e realidades diferentes envolvidas. Mas também é óbvio que isso é um exemplo eloquente do que as mulheres são capazes de fazer quando têm oportunidade.

Nesta segunda, 8 de março, é o Dia Internacional da Mulher, que celebra lutas e conquistas históricas por mais direitos e igualdade de gênero. Vale a pena aproveitar a data para pesquisar na internet sobre o assunto e refletir o que você, seja qual for o seu gênero, faz para que essa igualdade aconteça na prática.

Afinal, pelo que indica o ranking da Bloomberg, se as mulheres tivessem tanto poder na mão quanto os homens, o mundo seria um lugar melhor. Melhor para todos, não só para as mulheres.