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17 de maio de 2021

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Com informações da assessoria

MANAUS – A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) lançou um canal de comunicação para que a população afetada pela cheia em Manaus seja ouvida pela instituição. O “Zap da Enchente” é um número de WhatsApp para que o cidadão mostre como está sendo afetado pela cheia, de modo que a Defensoria consiga cobrar providências do Poder Público. 

O canal foi lançado nesta quinta-feira, 29, durante a audiência pública promovida pela DPE-AM, na Câmara Municipal de Manaus (CMM), para debater ações que possam reduzir os impactos da cheia na capital. Para ser ouvido pela Defensoria, o cidadão pode gravar um vídeo de 30 segundos a 1 minuto, mostrando os transtornos causados pela cheia em sua casa, por exemplo, e enviar para o WhatsApp (92) 98431-7941. 

No vídeo, a pessoa deve se apresentar, dizendo nome e o local onde está gravando o material. Além das imagens em vídeo, é importante enviar uma foto da Carteira de Identidade (RG).  

“Essa é mais uma iniciativa da Defensoria Pública para estar ao lado da população, além de captar e entender quais são as principais demandas quando o assunto é enchente”, destacou o defensor público geral do Amazonas, Ricardo Paiva.  

Áreas que precisam de novas pontes e maromba, além de casas que já estão alagadas são alguns dos problemas que a Defensoria espera receber pelo novo canal. A partir dos relatos enviados em vídeo, a Defensoria vai cobrar dos órgãos competentes a solução dos problemas apresentados pelos moradores. 

Audiência Pública 

Durante a audiência pública, as Defesas Civil do Município e do Estado, além de representantes de secretarias municipais e estaduais, defensores públicos e vereadores fizeram considerações sobre a problemática da cheia. Líderes comunitários das regiões afetadas em Manaus também apresentaram demandas e foram respondidos pelos órgãos competentes. 

De acordo com a Defesa Civil Estadual, 18.364 imóveis estão em área de risco em 18 setores de Manaus. Atualmente a cota do Rio Negro está em 28,98 m. A marca é 18 cm menor que a registrada em 29 de abril de 2012, ano da cheia histórica em que o rio atingiu 29,97 metros.