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24 de outubro de 2021
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Bruno Pacheco – Da Revista Cenarium

MANAUS – Manifestantes marcaram para este sábado, 19, na Praça da Saudade, no Centro de Manaus, um novo ato contra o presidente Bolsonaro (sem partido) e em defesa da vacinação em massa. É o segundo protesto do movimento “Vida, Pão, Vacina, Educação”, realizado nacionalmente nas capitais e em alguns municípios brasileiros exigindo o impeachment do chefe do Executivo.

A primeira manifestação do grupo ocorreu no dia 29 de maio deste ano, também num sábado. Mesmo debaixo da chuva, ativistas foram às ruas protestar contra o presidente. Segundo a estudante Hellen Saldanha, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), o ato deste sábado também é contra a reforma administrativa e os cortes na educação do governo federal, além dos ataques à Zona Franca de Manaus (ZFM).

“Um segundo ato “Fora Bolsonaro” ainda se faz necessário, pois estamos prestes a bater a triste e trágica marca de 500 mil mortes. E no meio dessas 500 mil mortes, sem vacina, sem alimento, sem emprego, sem educação, o presidente continua fazendo motociata e fingindo que nada está acontecendo. A gente não pode esperar 2022 para tentar mudar alguma coisa. Ir para a rua não é mais uma escolha, é uma necessidade do povo brasileiro”, destacou a estudante.

Concentração

A concentração dos manifestantes está marcada para as 15h, na Praça da Saudade. As 16h, está programada a saída do grupo para uma caminhada até o Largo São Sebastião, também no Centro de Manaus. Segundo organizadores do ato, faixas, cartazes e bandeirões contra o presidente também serão estendidas no protesto.

Ato está marcado para as 15h, em Manaus (Caroline Viegas/Revista Cenarium)

Por conta da Covid-19, a organização do evento recomenda aos participantes o uso de máscara de proteção. Uma brigada de saúde foi criada para estar distribuindo álcool em gel para os manifestantes, da mesma forma como ocorreu no primeiro ato, e coordenar o grupo para cumprir o distanciamento social estipulado por autoridades sanitárias.

Brasil

No País, mais de 160 cidades devem participar da manifestação. Segundo a Associação Nacional de Pós-Graduados (ANPG), na região Norte do Brasil, confirmaram o ato as capitais de Belém, no Pará, e Macapá, no Amapá, além de Manaus, no Amazonas. No Nordeste, Salvador (BA), Natal (RN) e Mossoró (RN) também ocorrerão manifestações.

Na região Sul, haverão atos contra o presidente nas cidades de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Maringá (PR), Caxias do Sul (RS), Porto Alegre (RS), Santa Catarina (RS), Santa Maria (RS), Chapecó (SC) e Florianópolis (RS).

Na região Centro-Oeste, os protestos ocorrerão nas cidades de Goiânia (GO) e Cuiabá (MT). Já na região Sudeste, as manifestações serão em Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Montes Claros (MG), Campos dos Goytacazes (RJ), Macaé (RJ), Resende (RJ), Rio das Ostras (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Araçatuba (SP), Campinas (SP), Marília (SP), Peruíbe (SP), Piracicaba (SP), Santo André (SP), São Paulo (SP), Sorocaba (SP).