Participe do nosso grupo no Whatsapp Participe do nosso grupo no Telegram
28 de outubro de 2021
Ainda não é assinante
Cenarium? Assine já!
ASSINE
image/svg+xml

Com informações do Metrópoles

MANAUS – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta segunda-feira, 31, que a economia brasileira já retomou o crescimento e a geração de empregos. O chefe do Executivo federal discursou na abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2021, acompanhado pelo chanceler Carlos França e pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.

“Como uma das 10 maiores receptoras de investimentos estrangeiros diretos no mundo, a economia brasileira já retomou o seu crescimento e geração de empregos”, afirmou o titular do Palácio do Planalto, no início do pronunciamento.

O evento é organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo governo federal, e segue até terça-feira, 1.

Segundo o mandatário da República, no evento deverão ser apresentados 60 projetos de investimentos, com um valor de carteira estimado em cerca de US$ 72 bilhões. Além disso, a partir das propostas desenvolvidas, espera-se que o país receba aproximadamente US$ 50 bilhões em investimentos e gere 22 mil empregos entre 2021 e 2022.

Reformas e comércio

O chefe do Executivo federal também falou sobre seu compromisso com reformas estruturantes para melhorar o ambiente de negócios e defendeu acordos econômicos que conectem ainda mais o país aos fluxos mundiais de comércio.

“Meu governo tem compromisso com reformas e projetos estruturantes para reduzir o ‘custo Brasil’. Trata-se de aperfeiçoar normas e políticas para melhorar o ambiente de negócios. Para isso, desenhamos soluções tributárias que asseguram a estabilidade macroeconômica em contexto de desafios orçamentários. Engajamos o setor privado, nacional e estrangeiro, na solução de nossos conhecidos gargalos logísticos e de infraestrutura. Queremos, a um só tempo, maior abertura e liberdade econômicas, mais competição e maior estímulo à iniciativa privada, reservando-se ao Estado, ao mesmo tempo, o papel que lhe cabe nas várias políticas públicas essenciais ao desenvolvimento.”

Ele também voltou a mencionar a intenção de que o Brasil passe a integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de países ricos e em desenvolvimento que compartilham políticas públicas, da economia ao meio ambiente.

O Brasil solicitou formalmente a entrada no grupo em maio de 2017, ainda no governo de Michel Temer. Desde então, o país tem procurado adotar medidas para estar no foco dos membros da OCDE.

“Queremos nos tornar membros da OCDE. Defendemos um sistema multilateral de comércio sem protecionismo, fundamentado em regras. Por isso, buscamos fortalecer a OMC. Desejamos intensificar a interação econômica com nossa região, o que significa um Mercosul e uma América do Sul mais dinâmicos, livres e democráticos”, pontuou.