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16 de novembro de 2021
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Com informações do Infoglobo

BRASÍLIA — Em novembro do ano passado, quando o Banco Central (BC) lançou o Pix, pensou-se que o sistema de transferências eletrônicas em poucos segundos no celular se tornaria algo útil naquele momento de dividir a conta com os amigos no bar ou mandar algum dinheiro rapidamente para alguém da família. Mas, um ano depois, o alcance do Pix foi bem maior que o esperado.

Segundo dados do BC, 45,6 milhões de pessoas que não realizavam transações bancárias eletrônicas como TED ou DOC há um ano agora “fazem um Pix” com frequência, sendo que 34 milhões usam apenas essa ferramenta.

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O nome do sistema está nas conversas, inspira gírias e até paquera. A rápida popularização — foram mais de 1 bilhão de operações só em setembro — tornou o novo meio de pagamento um elemento importante da economia do País, que amplia o acesso ao sistema bancário e viabiliza negócios.

Somente no mês passado, R$ 52 bilhões foram pagos por consumidores via Pix. Isso significa uma economia de, ao menos, R$ 400 milhões no mês para empresas sem as tarifas que essas transações teriam no cartão de débito.

Dessa forma, o Pix já é capaz de reduzir em R$ 4,8 bilhões os custos bancários do setor produtivo, em um ano. O cálculo considera parâmetros de técnicos do BC, partindo da suposição de que 70% dos pagamentos por Pix seriam feitos por débito, com taxa de 1,1%, a cada transação.

Leia a matéria completa no O Globo