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8 de dezembro de 2021
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Victória Sales – Revista Cenarium

MANAUS – A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia projetou, nesta quarta-feira, 17, o crescimento da economia durante o ano de 2021 e elevou a estimativa para a inflação, causada pelo aumento no preço dos alimentos. Os lançamentos foram divulgados no Boletim MacroFiscal desta quarta. Em uma entrevista exclusiva à REVISTA CENARIUM, o economista Origenes Martins avaliou o cenário local relacionado a esse crescimento.

De acordo com o economista, o Amazonas está em uma situação bastante singular em relação ao restante do País. Esta semana o Conselho de Desenvolvimento do Estado do Amazonas (Codam) aprovou 44 projetos para o nosso Polo Industrial de Manaus (PIM), o que representa um valor aproximado de 5,2 bilhões de reais. “Esta geração de mais de 1.700 empregos em plena pandemia causada pelo novo coronavírus mostra que nosso Estado tem todas as condições de crescer bem acima das previsões que são feitas para o País como um todo”, destacou.

Origenes ressaltou, ainda, que na verdade sempre estivemos- durante o ano de 2020 – respondendo de maneira positiva a todas as previsões que foram feitas para o nosso combatido Estado. “Todas as previsões foram além do esperado, o que faz com que estejamos ainda mais alerta em relação a esse crescimento. Com essa geração de emprego e renda será ainda melhor as condições de crescimento”, afirmou.

Aumento

O aumento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida e 3,2% relacionado ao último boletim divulgado em novembro de 2020. O PIB é considerado e tem como objetivo juntar todos os bens e serviços que são produzidos no País. “As incertezas são elevadas com os desafios de enfrentamento à pandemia, mas deve-se considerar os indicadores no primeiro bimestre que apontam continuidade da recuperação da atividade econômica”, informou a SPE ao portal Agência Brasil.

Segundo o boletim, os indicadores de confiança as expectativas de empresários e consumidores teve alta de 0,2% em fevereiro de 2021, à frente do mês anterior, que teve ajuste sazonal e também os créditos do consumidor que aumentaram em 2,9%. No primeiro bimestre de 2021, é esperado que a indústria, agropecuária e outros serviços sejam principais responsáveis pela retomada. Na contramão, o comércio nota-se um enfraquecimento, com um recuo de 0,2% em janeiro de 2021.