7 de março de 2021

Jennifer Silva – Da Revista Cenarium

MANAUS – O ex-presidente do Partido da Mobilização Nacional (PMN) no Amazonas, o engenheiro Jerônimo Maranhão, de 59 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira, 8. Familiares confirmaram à REVISTA CENARIUM que Jerônimo não resistiu a complicações causadas por um câncer retal.

Maranhão era natural de Recife e se mudou para Manaus ainda durante a juventude e ficou conhecido no meio político por defender diversas pautas como a pavimentação da BR-319 e a criação do Metrô na capital. Ele concorreu à prefeitura de Manaus e obteve 0,64% dos votos no ano de 2012, ano que Amazonino Mendes se elegeu para o cargo.

Jerônimo era atuante na política e tomou posse da presidência do PMN após Telma Ribeiro presidente nacional do PMN se afastar da gestão do núcleo Estadual. À época, o partido ainda pouco conhecido foi coordenado e fundado por Paulo Carvalho, pai de Jerônimo.

Covid-19

Para o atual presidente do PMN, Orsine Junior, Jerônimo deixa o legado de conquistas para o Amazonas. “Não tive muito contato com ele, conversei algumas vezes por telefone, mas ele era muito atuante no Estado. Um ativista político que se engajava em causas importantes para o Amazonas como exemplo a mobilização pela pavimentação da BR-319”, declarou.

Amigo pessoal de Jerônimo e atualmente secretário estadual do PMN, Afonso Aquino, também lamentou a morte. “Ele não morreu de Covid-19, as pessoas falam inverdades, ele morreu depois que passou muito tempo lutando contra um câncer. Lamento a perda dele, vai fazer muita falta, fez muito pelo PMN”, finalizou Aquino.