23 de novembro de 2020

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Da Revista Cenarium*

MANAUS – A disputa final do 8º Júri Simulado da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Amazonas (OAB-AM) dará um ‘novo veredito’ ao caso “Marcelaine” – uma tentativa de homicídio ocorrida em 2014 decorrente de um triângulo amoroso. O caso será revivido por acadêmicos de direito do Centro Universitário Luterano de Manaus (Ulbra) e da Faculdade Martha Falcão (FMF), que representarão, respectivamente, Ministério Público e a defesa.

O ‘júri’ será transmitido, a partir das 14h desta segunda-feira (26/10), no canal do YouTube da Comissão de Aperfeiçoamento Jurídico da OAB, organizadora do evento. A competição reuniu acadêmicos de 10 faculdades de direito do Amazonas. A disputa poderá dar um desfecho diferente, porém fictício, para o caso já arquivado. O objetivo é aproximar a OAB das faculdades de direito e também a busca pela melhoria da educação jurídica. Em razão da pandemia, o evento ocorre sem a participação do público, sendo apenas transmitido pelo YouTube.

Durante os debates, que iniciaram no dia 19 de outubro, os estudantes de direito reviveram júris já arquivados e cada instituição de ensino assume a defesa ou acusação nos casos. Ao longo do Júri Simulado cada instituição busca persuadir os jurados para condenar ou inocentar os réus. Ao todo, 54 acadêmicos de direito da Unip, Fametro, La Salle, Nilton Lins, Faculdade Santa Teresa,  Esbam, Ulbra, Uninorte, Martha Falcão e UEA participam da competição.

O caso Marcelaine

Em junho de 2016, a socialite Marcelaine Schumman foi condenada a mais de sete anos de prisão, além do pagamento de R$ 40 mil por danos morais para a bacharel em direito Denise Almeida, vítima da tentativa de homicídio ocorrida no final de 2014. Ambas mantinham um relacionamento amoroso com um empresário de 50 anos. Denise sobreviveu e ficou com uma bala alojada no pescoço. Além de Marcelaine, outros três réus também foram condenados, um quarto réu foi absolvido.

Neste ano, o Júri Simulado da OAB Amazonas homenageia o defensor público Antônio Ederval de Lima, falecido em agosto deste ano, que atuou por mais de 30 anos como defensor público no Estado, atuando em vários casos emblemáticos como o ‘Caso Belota’.

(*) Com informações da assessoria

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