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30 de novembro de 2021
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Com informações da Folha de São Paulo

SÃO PAULO – Cinco manifestantes foram presos no Distrito Federal (DF) na manhã desta quinta-feira, 18, por estenderem um cartaz que associava o presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) a uma suástica nazista.

A faixa continha os dizeres “Bolsonaro genocida”, acompanhado de desenho baseado em charge de Renato Aroeira que fez com que ele se tornasse alvo de pedido de inquérito do ministro da Justiça, André Mendonça.

Grupo estende faixa contra presidente Jair Bolsonaro na Praça dos Três Poderes, em Brasília, nesta quinta-feira, 18 (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

“A Polícia Militar prendeu cinco homens por infringir a Lei de Segurança Nacional ao divulgar a cruz suástica associando o símbolo ao presidente da República. O grupo foi detido, na manhã desta quinta-feira, 18, quando estendia a faixa chamando o presidente de genocida ao lado do símbolo nazista. Os homens foram levados para a Delegacia da Polícia Federal”, diz nota da Polícia Militar do DF.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), e os deputados petistas Natália Bonavides (RN), Paulo Pimenta (RS) e Alencar Braga (SP) dirigiram-se à delegacia da PF. Ao menos um dos detidos é militante do partido.

(Reprodução/Twitter)

Intimado na segunda-feira, 15, pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para depor em uma investigação por suposto “crime contra a segurança nacional” por ter chamado Bolsonaro de “genocida”, o youtuber Felipe Neto escreveu em suas redes sociais que colocará à disposição do grupo a frente de advogados “Cala a Boca Já Morreu”.

O youtuber criou a frente para assumir a defesa gratuita de todas as pessoas que forem investigadas ou processadas por se manifestarem contrariamente ao presidente Jair Bolsonaro ou por expressarem uma ideia e criticarem alguma autoridade pública.