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22 de outubro de 2021
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Via Brasília – Da Revista Cenarium

Toffoli na mira ajuda Bolsonaro

Com o governo federal acuado e exposto na CPI da Pandemia, caiu como uma luva para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o pedido de investigação sobre o ministro do STF, Dias Toffoli, acusado pelo ex-governador Sérgio Cabral de relações nada republicanas com prefeitos fluminenses. Verdade ou não, o tema mobiliza a imprensa, as redes bolsonaristas na internet e ao menos divide os holofotes da CPI com o STF. Alvo contumaz da turma da extrema direita, o Supremo surge como mais uma cortina de fumaça, ideal para o momento, avaliam alguns deputados com trânsito no governo. Há rumores de que esse fato, ocorrido em meio aos depoimentos que prometem ser os mais bombásticos da CPI – que inclui hoje o ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, não teria sido por pura sorte, mas sim uma ação planejada.

Mendonça no STF

Por falar em STF, não tem choro nem reza que demova o presidente Jair Bolsonaro de indicar o ministro da Justiça, o presbiteriano André Mendonça, para a próxima vaga na suprema corte, a ser aberta com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello. Ao prometer indicar um segundo ministro “terrivelmente evangélico”, Bolsonaro abriu uma corrida aos templos pelos candidatos, o procurador-geral da República, Augusto Aras, o presidente do STJ, Humberto Martins, e o desembargador (TRF) da 2ª Região, Willian Douglas. Aras, que até aqui é o que mais tem rezado a cartilha da família do chefe, está sendo preterido nas bolsas de apostas, revela uma fonte palaciana.