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25 de janeiro de 2022
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Com informações do Infoglobo

RIO – Prestes a completar um mês, a causa do acidente aéreo envolvendo a cantora Marília Mendonça, de 26 anos, e outras quatro pessoas em Caratinga, Minas Gerais, ainda não foi concluída. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), responsável por apurar as causas de acidentes envolvendo a aviação civil e militar no Brasil, informou que o processo de investigação depende da “complexidade” de cada ocorrência e, ainda, da “necessidade de descobrir todos os fatores contribuintes”.

O delegado regional da Polícia Civil de Minas Gerais, responsável pelas investigações, Ivan Lopes Salles, afirmou que a conclusão depende do resultado das análises que o Cenipa está fazendo nas peças do avião, trabalho que não tem prazo para ser concluído. Após o laudo da perícia técnica determinar ‘politraumatismo contuso’ como causa da morte das cinco vítimas da queda do avião, em 5 de novembro, a polícia mineira investiga se acidente foi causado por falha mecânica ou por erro do piloto.

Colisão com o solo

No painel de estatísticas do Cenipa, o Sipaer (Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), disponível na internet, o acidente com o avião Beechcraft King Air C90 foi categorizado como um CFIT (Controlled Flight Into Terrain) – uma colisão com o solo em voo controlado.

Pela definição, o CFIT é o acidente aeronáutico que ocorre quando uma aeronave, mesmo tendo seus equipamentos e sistemas funcionando bem e estando sob o controle de um piloto, colide com o solo, água ou obstáculo. O documento indica ainda que os dados disponibilizados são preliminares.