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25 de janeiro de 2022
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Com informações da Folha de S. Paulo

O médico Antônio Macedo decidiu que seguirá com o tratamento clínico de Jair Bolsonaro. A obstrução no intestino do presidente se desfez e uma cirurgia foi, por enquanto, descartada. Segundo a coluna apurou, Bolsonaro reagiu bem aos remédios que recebeu e, portanto, uma intervenção não seria mais necessária neste momento.

A decisão já foi comunicada por Macedo a colegas da equipe médica, mas ainda precisa ser confirmada oficialmente. O médico foi um dos profissionais que operaram o presidente após o atentado a faca, em 2018, e desde então acompanha a sua saúde.

Bolsonaro foi internado na segunda, 3, no hospital Vila Nova Star, na zona sul de São Paulo, após um problema intestinal.

Ele começou a receber antibióticos e alimentação por meio de sonda nasogástrica, hidratação e reposição de glicose e eletrólitos (especialmente sódio e potássio) para que seu intestino voltasse a funcionar. Foi o chamado tratamento conservador.

Macedo estava nas Bahamas, e a decisão final sobre o tratamento só seria tomada depois que o médico, que também interrompeu suas férias, voltasse de viagem. Um avião foi enviado pelo hospital para que ele conseguisse chegar logo ao Brasil.

Bolsonaro afirmou ter sentido dores abdominais em Santa Catarina, após o almoço de domingo, 2, o que o levou à antecipação do fim da folga. A expectativa era que ele continuasse no litoral catarinense até pelo menos o começo da semana.

Assim que foi internado, o presidente publicou foto na cama do hospital, e seus familiares e aliados passaram a resgatar a memória da facada que ele levou em 2018, em plena campanha presidencial, e que é a origem de todos os problemas no aparelho digestivo que ele vem enfrentando desde então.

“É a segunda internação com os mesmos sintomas, como consequência da facada (6.set.18) e quatro grandes cirurgias”, afirmou Bolsonaro em suas redes sociais, lembrando de sua última internação e do histórico de tratamentos depois do ataque que sofreu.