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29 de janeiro de 2022
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Da Revista Cenarium

MANAUS – Por conta da rebelião ocorrida na manhã deste sábado, 2, nas dependências da Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na zona leste, representantes do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) acompanharam, desde as primeiras horas da manhã a situação no local.

De acordo com o TJAM, acompanharam o desenrolar dos acontecimentos os juízes Alexandre Henrique Novaes (juiz auxiliar da presidência da Corte); o juiz Glen Hudson Paulain Machado (juiz corregedor do sistema carcerário do Amazonas) e também o desembargador Sabino da Silva Marques (coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Amazonas), além do representante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e Coordenador do programa “Justiça Presente”, Ricardo Péres.

“No decorrer do dia, todos estiverem atentos e em contato permanente com a direção da Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas (Seap) que manteve um negociador no local”, diz trecho de nota enviado pelo TJAM.

O motim

A rebelião na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), na zona Leste, – que iniciou exatamente às 6h deste sábado, 2, e terminou por volta do meio-dia, – ganhou conotação política com presos que usaram reféns para pedir a presença do secretário de Segurança Pública da última gestão de Amazonino Mendes (2017-2018), Amadeu Soares. Amazonino é pré-candidato a prefeito de Manaus neste ano e Amadeu, coronel da Polícia Milita (PM), é aliado político dele. Os detentos “reivindicavam” melhor qualidade de vida no combate ao Coronavírus nas penitenciárias.