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26 de janeiro de 2022
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Da Revista Cenarium

RIO BRANCO – O governador Gladson Cameli e a prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, estiveram reunidos na quarta-feira, 29, para avaliar a atual situação da pandemia do novo coronavírus e debater a possibilidade de reabertura do comércio com restrições. O encontro é resultado do pedido feito pela classe empresarial ao Governo do Estado do Acre para flexibilizar o decreto em vigor que normatiza o funcionamento dos estabelecimentos comerciais.

Para Socorro Neri, o momento é de extrema preocupação devido ao constante aumento no número de casos de Covid-19. A gestora compreende a necessidade da retomada do setor empresarial, desde que sejam adotados os devidos cuidados de segurança sanitária, para reaquecer a economia e manter postos de trabalho.

“O momento é de muita cautela, precisamos monitorar a evolução da epidemia e, agora, teremos o incremento na testagem de novos casos da doença. Isso terá alteração grande nos números e precisamos monitorar essa evolução e fazer um esforço ainda maior em monitorar a evolução das condições para reabertura e nesse período construir com cada atividade econômica as regras de adaptação a essa situação de pandemia”, enfatizou.

O governador Gladson Cameli disse estar preocupado com a situação da economia local, mas que a principal prioridade do momento é salvar vidas. O gestor disse ainda que as possíveis consequências causadas por conta da reabertura do comércio devem ser compartilhadas entre o poder público e a iniciativa privada.

“Quero deixar claro que o governo sempre está aberto ao diálogo com todos. Mas diante da situação que estamos passando, essa responsabilidade não pode apenas cair para o Executivo. Temos que dividi-la com os demais poderes e o setor empresarial. Queremos que cada prefeito possa ter sua autonomia e assuma suas responsabilidades nas decisões que cabem aos municípios. Essa flexibilização é importante que aconteça com responsabilidade”, esclareceu Gladson.

O aumento da capacidade de testagens para diagnosticar novos casos da doença e estruturação da rede pública hospitalar para atender os pacientes com coronavírus serão fundamentais para a flexibilização das regras.