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25 de junho de 2021
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Carolina Givoni – Da Revista Cenarium

MANAUS – A cúpula da segurança pública do Amazonas se reúne neste domingo, 6, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na avenida André Araújo, zona Centro-Sul da capital, após a intensa madrugada de ataques a 17 veículos em Manaus. O intuito do encontro é coibir ações violentas de facções criminosas, apontadas como as responsáveis pelos incêndios.

De acordo com vídeos e depoimentos de populares nas redes sociais, a motivação dos ataques seria uma represália à morte de um traficante local. No entanto, a informação não foi confirmada pela força policial do Estado. Ainda segundo nota divulgada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), nas primeiras horas dos ataques, o efetivo da Polícia Militar já estava atuando em operação.

“O secretário de Segurança Pública, coronel Louismar Bonates, está reunido neste momento com a cúpula da segurança no CICC para tratar das ocorrências de incêndio registradas na capital”, diz trecho da nota divulgada à imprensa local.

Vandalismo

O  Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) também divulgou nota de repúdio contra o que considera “atos de vandalismo ocorridos nas primeiras horas deste domingo. Ao menos sete ônibus do transporte coletivo foram incendiados.

“A violência das ações, aparentemente de caráter terrorista, causou pânico nos operadores do serviço, pois há relatos de grupos encapuzados e armados praticando tais atos, sendo que, por isso, toda a frota foi recolhida. Atos dessa natureza, além de serem crimes de dano e ilícitos civis, visam disseminar o medo e inviabilizam o serviço essencial”, diz trecho da publicação.

Por conta do cenário, o serviço de transporte coletivo foi interrompido e de acordo com a nota, “os maiores prejudicados são os usuários do transporte coletivo e os trabalhadores do sistema de transporte, cujas vidas estão em risco. Por fim, pedimos às autoridades públicas competentes imediatas e urgentes providências para a identificação dos criminosos e para a cessação da onda de violência, a fim de que seja viabilizada a normalização do serviço”, finaliza.

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