23 de novembro de 2020

Dólar

Euro

Manaus
23oC  29oC

Da Revista Cenarium*

RIO DE JANEIRO — A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood mudou o regulamento para a classificação de documentários de longa-metragem para o Oscar 2021. Com isso, os filmes vencedores do Festival é Tudo Verdade — “Libelu – Abaixo A Ditadura”, de Diógenes Muniz, e “Colectiv”, de Alexander Nanau —já estão pré-classificados para a premiação. As informações são do O Globo.

Sob as novas regras, longas-metragens documentais selecionados para ao menos dois festivais de uma lista de 21 estão automaticamente pré-classificados a disputar o Oscar. O É Tudo Verdade, cuja última edição aconteceu em setembro, é o único festival da América Latina incluído na relação, que compreende festivais como Veneza, Cannes, Sundance e Berlim (que, recentemente, reconheceu o passado nazista de seu fundador).

Os curtas-metragens brasileiro e internacional vencedores do É Tudo Verdade deste ano também estão automaticamente qualificados para a disputa do Oscar de documentário de curta duração. São eles: “Filhas de Lavadeiras”, de Edileuza Penha de Souza, e o polonês “Meu País Tão Lindo”, de Grzegorz Paprzycki.

“É uma honra extraordinária e mais um reconhecimento da pujança dos eventos audiovisuais brasileiros, que tanto empenho têm dedicado na própria viabilização, visando atender tanto à indústria audiovisual quanto ao seu público numa conjuntura nacional excepcionalmente difícil”, disse Amir Labaki, fundador do festival.

As inscrições junto à Academia visando à disputa do 93º. Oscar encerram-se em 1º. de dezembro próximo. A cerimônia acontecerá extraordinariamente em 25 de abril de 2021.

(*) Com informações do O Globo

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.