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25 de janeiro de 2022
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Com informações do portal Redação News

PARÁ – As cores que nos remetem à infância iluminaram um cantinho especial de Altamira, no Sudoeste do Pará, e fizeram brilhar olhares esperançosos. Crianças eufóricas e adultos encantados. Foi assim a primeira noite do “Presente de Natal”.

Criado pela prefeitura, o evento terá uma agenda recheada de atrações até 6 de janeiro. Para o lançamento de uma área da orla da cidade, ponto turístico de Altamira, foi delimitada. Só entrou no espaço quem tinha comprovante de vacina contra a Covid-19 (primeira e segunda dose) e estava usando máscara.

Na programação de abertura do “Presente de Natal”, a decoração típica desta época do ano foi apresentada aos altamirenses. Teve ainda queima de fogos e árvore natalina que flutuou no Rio Xingu.

A Orquestra Oficial do Município tocou músicas que a gente lembra da infância, do almoço de 25 de dezembro na casa da vó. “Eu tô muito feliz de estar aqui”, comemorou Paula, de 7 anos. 

A primeira-dama de Altamira, Apoliane Gomes, falou de esperança. “O verdadeiro sentido do Natal é o amor, é a nossa família”. E completou: “Esse é o nosso presente”.

Em seu discurso, o prefeito Claudomiro Gomes disse que o projeto é uma forma de dar um pouco de alento “principalmente aos que em muitos Natais não tiveram sequer a ceia de Natal e também não tinham feijão e arroz para se alimentar”.

Símbolo que mais nos remete ao Natal, o Papai Noel não poderia ficar de fora. E o bom velhinho chegou ao evento em grande estilo. Foi da chaminé que ele acenou para adultos e crianças. A temporada de Noel em Altamira será longa.

Até a noite de 25 de dezembro o bom velhinho poderá ser visitado na casa dele, na Avenida João Pessoa, orla da cidade. A entrada é gratuita, mas, para entrar no espaço, será necessário estar de máscara e os responsáveis pelas crianças deverão apresentar comprovante de que tomaram as duas primeiras doses de vacinas contra a Covid-19.

Fora da área reservada ao evento, em ruas no entorno da orla, centenas de pessoas caminhavam. No entanto, mesmo dois anos depois do início da pandemia e de orientações diárias sobre cuidados contra o vírus, muitos pais com suas crianças não estavam de máscara, reforçando a realidade de quem insiste em confrontar números de um cenário que não é fictício. Para esses, agentes da prefeitura recomendavam a importância do equipamento.