27 de janeiro de 2021

Gabriel Abreu – Da Revista Cenarium

MANAUS – O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou nesta quarta-feira, 13, em pronunciamento que o número de leitos para atender pacientes graves de Covid-19 será ampliado e que 350 novos leitos serão abertos até esta quinta-feira, 14, para atender a demanda. Os leitos funcionarão no Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), Nilton Lins e em enfermarias de campanha que serão montadas em frente aos hospitais Delphina Aziz e 28 de Agosto, além, de envios de profissionais de uma seleção de profissionais para aturem na capital.

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), em Manaus, há uma fila de pacientes aguardando leitos na rede pública de saúde. Com a entrega dessas unidades, o ministro Eduardo Pazuello afirmou que Manaus terá 500 leitos disponíveis, estabilizando a situação na capital.

Nessa terça-feira, o Estado registrou 1.958 novos casos de Covid-19, totalizando 218.070 casos da doença no Estado, já a Prefeitura de Manaus informou que houve 166 sepultamentos registrados nos cemitérios da capital, número Segundo o ministro da saúde, o MS conseguiu a liberação de 180 leitos no HUGV em parceria com o Ministério da Educação, por meio da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERCH), serão leitos abertos.

“Mobilizamos os nossos técnicos aqui em Manaus em parceria com o Ministério da Educação para obter a autorização de novos leitos no HUGV. Nesta quinta, 14, 60 leitos já começam a operar para receber pacientes. O Hospital Nilton Lins será habilitado e terá 80 leitos liberados entre clínicos e de UTI. O Ministério da Saúde conta com o apoio das Forças Armadas que irá monta enfermarias de campanha nos hospitais Delphina Aziz e 28 de Agosto”, informou Pazuello.

Mais insumos

O consumo de oxigênio em unidades de saúde de Manaus está seis vezes maior por conta do aumento de casos que a capital vivência nesses primeiros dias de janeiro. O ministro da saúde, disse que a produção diária em Manaus da empresa que fornece oxigênio era de apenas de 50% da capacidade e que o MS vai montar uma usina geradora de oxigênio para funcionar em quatro dias.

“Antes da demanda de oxigênio aumentar nas unidades de saúde de Manaus, a empresa que fornece produzia apenas 50% da capacidade e essa demanda quase que dobrou. Atualmente, por dia são gerados mais 70.000 metros cúbicos de oxigênio e essa demanda ainda não conta com os novos leitos que serão abertos. Por isso, o MS tomou a frente e nos próximos dias será instalado dez usinas geradoras que produziram cada uma 10.000 metros cúbicos de oxigênio cada”, afirmou o ministro.

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