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17 de novembro de 2021
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Com informações da assessoria

BELÉM (PA) – Na manhã desta segunda-feira, 13, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência de um investigado por crimes relacionados ao abuso e exploração sexual infantil. A ação é resultado da Operação Caipora e foi deflagrada em Ananindeua, no Estado do Pará.

As investigações relacionadas com a Operação Caipora tiveram início no Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e Pornografia infantil da PF (Nurcop), sediada em Brasília (DF), em seguida foram conduzidas e operacionalizadas pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC) da Superintendência da Polícia Federal no Estado do Pará.

Com as ações desta segunda, no âmbito da Operação Caipora já foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em Baião, Moju, Vigia, Ananindeua e Belém, seis mandados de quebra de dados telemáticos, duas prisões em flagrante e uma prisão preventiva, além da identificação e resgate de quatro vítimas vulneráveis de abuso sexual infantil.

O nome da operação remete a um personagem da mitologia tupi-guarani, que no folclore brasileiro, é representado como um pequeno indígena, ágil e nu.

Se confirmada a hipótese criminal, os responsáveis responderão pelo crime estupro de vulnerável (art. 217-A, CP, 8 a 15 anos) previsto no código penal e pelos crimes de produção (art. 240 do ECA, 4 a 8 anos) e armazenamento (art. 241-B do ECA, 1 a 4 anos) de pornografia infantil previstos no estatuto da criança e do adolescente. Esses crimes possuem penas máximas que, se somadas, podem chegar a 27 anos de prisão.

A Polícia Federal tem como prioridade o combate aos crimes relacionados ao abuso e à exploração sexual infantil, identificação de vítimas vulneráveis e prisão de abusadores, com intutito de cessar o cometimento de tais ações – as quais afetam diretamente a sociedade e a família brasileira, principalmente crianças e adolescentes.

Ressalta-se a importância da participação da sociedade ao denunciar toda e qualquer forma de violência praticada contra crianças e adolescentes.

As investigações seguem em andamento.