9 de março de 2021

Com informações da Folha de S. Paulo

SÃO PAULO – Ministério Público do Rio de Janeiro pediu o arquivamento de queixas de discriminação envolvendo a cantora Karol Conká, que está confinada no BBB 21 (Globo). As denúncias estão relacionadas a condutas dela dentro da casa mais vigiada do país.

A Promotoria pediu o arquivamento do caso após analisar o vídeo do reality sobre o possível episódio de discriminação envolvendo a participante Karol Conká, que associou o comportamento da participante Juliette Freire, que é paraibana. Apesar disso, os procedimentos foram encaminhados para apreciação dos Juízos da 1ª e da 2ª Vara Criminal de Jacarepaguá.

Apesar da maioridade dos expedientes relacionados à cantora terem sido arquivados, o MP informou que há uma comunicação, ainda sem informações concretas, enviado ofício pela 3ª Promotoria de Justiça requerendo diligências preliminares da Polícia Civil para apurar a procedência das informações. Segundo o MP, não houve a instauração de inquérito.

XENOFOBIA

Em conversa com outros participantes, Karol associou o comportamento da participante de falar alto e tocar as pessoas ao lugar onde ela nasceu. A cantora disse que, segundo lhe explicaram, essa forma de falar seria comum no Nordeste. “É o jeito, lá na terra dessa pessoa é normal falar assim”, contou. “Eu sou de Curitiba, é uma cidade muito reservadinha.”

“Por mais que eu seja artista e rode pelo mundo, eu tenho os meus costumes”, explicou. “Você foi criada lá”, concordou Sarah. “Eu tenho muita educação para falar com as pessoas. Eu tenho meu jeito brincalhão, mas reparem que eu não invado, não desrespeito, não falo nem pegando nas pessoas. Eu acho estranho.”

Karol finalizou dizendo que entendeu Juliette não se comportaria assim “por mal”. “Achei que ela estava com alguma coisa comigo e eu fiquei me sentindo mal”, explicou. A cantora foi duramente criticada na internet e acusada de xenofobia por causa de comentários feitos no BBB 21 (Globo).

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