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25 de julho de 2021
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Déborah Arruda – Da Cenarium

MANAUS (AM) – A internacionalização da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) é um dos investimentos que deve ser feito pela reitoria da universidade nos próximos anos. O reitor Sylvio Puga anunciou a informação durante uma reunião com o embaixador de Luxemburgo no Brasil e na América Latina, Carlo Krieger. A partir deste encontro, o reitor busca uma parceria internacional com o objetivo de discutir uma cooperação de projetos de cunho ambiental e voltados à sustentabilidade.

“Estamos num complexo verde que pode nos gerar passivos. Vamos elaborar projetos para que a Ufam consiga reverter de maneira responsável todo cuidado que tem com o seu espaço. Queremos fortalecer ainda mais a associação do nome, da marca Ufam, à Amazônia. Isso também é um trabalho de internacionalização. Temos aqui uma importante oportunidade trazida pela embaixada”, avaliou o reitor.

Ao lado de Terezinha Fraxe, vice-reitora, Puga afirmou que o espaço da Ufam é um complexo referência de preservação ambiental que pode ser usado, de maneira responsável, para gerar passivos.  O reitor explicou sobre o campo de pesquisa da Ufam e os programas e projetos bem estruturados que podem gerar parcerias importantes, como com a Universidade de Luxemburgo, que busca o desenvolvimento humano em consonância com o meio ambiente e a tecnologia.

“Temos programas de pós-graduação bem qualificados. A partir dessa especificidade das ciências do ambiente, temos o CCA, que faz pesquisa de ponta tendo como foco a Amazônia e seus atores sociais. O Laboratório de Inventário e Mensuração de Florestas Tropicais, a ‘Casa do Carbono’, que é um centro de pesquisa em biodinâmica de florestas tropicais, e que busca orientar as soluções para os problemas dos recursos florestais-ambientais do bioma Amazônia”, destacou Puga.

Puga ressaltou também que um de seus objetivos à frente da Reitoria da Ufam é levar a Amazônia a patamares internacionais, com parcerias que fortaleçam a região e a universidade. “A internacionalização é uma questão importante. Nós temos que fazer essa relação da Amazônia para o mundo e do mundo para a Amazônia”, disse.