Participe do nosso grupo no Whatsapp Participe do nosso grupo no Telegram
20 de outubro de 2021
Ainda não é assinante
Cenarium? Assine já!
ASSINE
image/svg+xml

Bruno Pacheco – Da Revista Cenarium

MANAUS – A Operação Sangria, da Polícia Federal no Amazonas, que investiga possíveis práticas de crimes como pertencimento a organização criminosa, fraude a licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, já prendeu 13 pessoas em suas duas primeiras fases. Nesta segunda-feira, 30, a terceira fase da ação não cumpriu mandados de prisão.

Na primeira fase, que ocorreu em junho deste ano, por determinação do ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a PF cumpriu mandados de buscas e bloqueio de bens contra o governador Wilson Lima (PSC), e de prisão temporária contra oito pessoas.

A lista de presos inclui a então secretária de Saúde, Simone Papaiz; o ex-secretário de saúde, João Paulo Marques dos Santos; o ex-secretário executivo adjunto de saúde, Perseverando da Trindade Garcia Filho; o ex-gerente de compras da Secretaria de Saúde, Alcineide Figueiredo Pinheiro; Fábio José Antunes Passos; Cristiano da Silva Cordeiro; Luciane Zuffo Vargas de Andrade; e Renata de Cássia Dias Mansur Silva.

Todos os envolvidos estão respondendo em liberdade.

Na segunda fase da Operação Sangria, deflagrada no dia 8 de outubro de 2020, a Superintendência da PF no Amazonas cumpriu mandados de prisão contra cinco pessoas. São eles: Rodrigo Tobias, ex-secretário de Saúde; Dayana Mejia, ex-secretária de assistência da antiga Susam; o médico Ronald Caldas Santos e os empresários Luiz Carlos Avelino Júnior, marido da ex-secretária de Comunicação; e Gutemberg Alencar. Assim como os presos da primeira fase, os alvos desta segunda etapa respondem em liberdade provisória.

Detidos pela segunda fase da Operação Sangria no momento em que chegavam para se apresentar às autoridades no último dia 8 de outubro (Revista Cenarium/ Ricardo Oliveira)