23 de novembro de 2020

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Luís Henrique Oliveira – Da Revista Cenarium*

MANAUS – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou nesta sexta-feira, 23, que a taxa de desocupação no Amazonas atingiu 301 mil pessoas em setembro, ou seja, 18,2% da população amazonense. Os dados foram coletados durante a Pnad Covid-19.

De acordo com o Supervisor de Disseminação de Informações, Adjalma Nogueira, a população fora da força de trabalho, ou seja, que não estava procurando emprego, ficou estimada em 1,25 milhão de pessoas.

“A taxa de desocupação no Amazonas alcançou 18,2%, em setembro. Assim, esta taxa cresce 0,3 pontos percentuais em relação a agosto, e 6,2 pontos percentuais em relação a maio deste ano. A taxa de participação na força de trabalho registrou 55,0%, percentual maior do que o de agosto (53,5%); e o nível de ocupação foi de 44,9%”, disse.

Na população residente, 3,0 milhões tinham 14 anos ou mais de idade, ou seja, estavam em idade de trabalhar. A população na força de trabalho era 1,65 milhão. Entre essa população, 1,35 milhão eram pessoas ocupadas e 301 mil desocupadas. A população fora da força de trabalho ficou estimada em 1,35 milhão.

O número de pessoas que estavam na força de trabalho e as pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho, mas gostariam de trabalhar era de 2,30 milhões. O número de pessoas não ocupadas que não procuraram trabalho em função da pandemia ou por falta de trabalho na localidade mostra uma tendência de queda, de 560 mil em maio para 409 mil em setembro.

Com a taxa de desocupação 18,2%, em setembro, o Amazonas é a terceira unidade da federação com a maior taxa de desocupação. As maiores taxas foram as da Bahia (19,6%), Maranhão (19,2%) e Amazonas (18,2%). E as menores taxas, as de Santa Catarina (7,8%), Rondônia (9,1%) e Mato Grosso do Sul (9,5%).

Pessoas ocupadas

No Estado, havia 1,34 milhão de pessoas ocupadas na semana de referência de setembro, dentre as quais 494 mil (36,6%) eram pessoas que trabalhavam por conta própria, 325 mil (24,1%) pessoas ocupadas no setor privado e com carteira assinada e 146 mil (10,8%) eram militares e servidores estatutários. Em relação ao trabalhador doméstico, a maioria desses eram trabalhadores sem carteira assinada (39 mil pessoas). Além disso, houve o aumento do número de pessoas ocupadas como trabalhador familiar auxiliar de maio (71 mil pessoas) a setembro (109 mil pessoas).

Em relação ao grupamento por atividade, do total de pessoas ocupadas em setembro, no Amazonas (1,34 milhão de pessoas), 272 mil pessoas estavam ocupadas na Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, 203 mil pessoas ocupadas na Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, 201 mil pessoas ocupadas no Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas e 133 mil pessoas na indústria geral; sendo que dentre essas, 114 mil pessoas estavam na indústria de transformação.

(*) Com informações da assessoria

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