Terapias integrativas usadas no Acre, auxiliam tratamentos convencionais

Da Revista Cenarium

RIO BRANCO – O Reiki é uma técnica que utiliza as mãos para a cura. Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como terapia complementar, possibilita restaurar o equilíbrio e fortalecer o sistema imunológico de pacientes. Como prática terapêutica, obedece protocolo que estabelece que pessoas habilitadas podem enviar, receber, até autoaplicar a técnica que admite energia vital para cura.

Em tempos de distanciamento social, o Reiki à distância tem sido utilizado como forma de levar harmonia, saúde e paz a todas as pessoas. Em todo o planeta, praticantes do Reiki se unem em pensamento para vibrar equilíbrio, paz e cura para a humanidade.

No Acre,  vários grupos de Reiki estão unidos no mesmo propósito. Um deles  tem como mestre a terapeuta Maria Lúcia de Jesus Silva Abud, mestre de Reiki desde  2004. “O Reiki permite aos praticantes entrar numa nova frequência, que  acalma, desacelera a mente, elimina ressentimentos, benefício que reenergiza, reativa glândulas, equilibrando os centros de energias, os chamados Chakras, casa um deles está ligado a uma  glândula. O Reiki trabalha em todos eles, e isso auxilia  nos tratamentos convencionais para várias doenças”, destaca Lúcia.

Para a mestre Lúcia, Reiki é uma energia universal vital e cósmica que está disponível e trabalha o físico e o espiritual. “É uma energia de amor e paz, capaz de restaurar sentimentos que não foram resolvidos. Nós, mestres reikianos, somos apenas canal, instrumento para gerar essa energia. Na iniciação, a gente fala que precisamos aprender a ser como o bambu, que se dobra e é oco, que é para poder receber, esquecer as coisas do dia a dia”, lembra Lúcia Abud.

A prática de Reiki à distância existia antes mesmo da Covid-19 aparecer. “Já enviei Reiki do Brasil para Nova Zelândia, Japão. É possível enviar Reiki para uma pessoa, para dez pessoas, pra um país, uma multidão ou mesmo todo o planeta. Não há limites quantitativos, nem de tempo e espaço”, diz Lúcia.

Em tempos de pandemia de Covid-19, a terapia tem sido grande aliada para o tratamento de doenças físicas e transtornos como ansiedade, depressão, transtorno obsessivo compulsivo, síndrome do pânico. Só no grupo de Lucia Abud, cada um no seu lugar, pelo menos 40 pessoas se reúnem em pensamento todos os dias para enviar energia curativa para pessoas e para o planeta Terra.

Mas o grupo de Lúcia, não é o único. Em vários locais, no Acre e até em outros estados, conectados, pelo menos duas vezes ao dia, também ficam amigos e familiares da jornalista Socorro Dagnoni. Iniciada já no nível 2, Socorro envia Reiki e também faz a autoaplicação da terapia. Para a jornalista, o Reiki traz tranquilidade, reduz ansiedade e estresse. “Faço a autoaplicação e sinto a energia fluir no meu corpo, devolvendo a sensação de bem-estar, calma nos pensamentos, paz e tranquilidade. Pra mim, melhora minha qualidade de vida”.

Iniciada em Reiki 1 em 2018, Socorro foi iniciada no Reiki 2 um ano depois, quando também participou de um projeto de extensão para atender universitários e a comunidade externa com aplicação de Reiki. Nesse mesmo período, também começou a enviar Reiki para algumas pessoas que pediam e também para familiares. “Na autoaplicação é importante mentalizar afirmações positivas como: ‘Eu tenho uma saúde perfeita em todos os níveis’, ou ‘a partir desse momento fico totalmente relaxada para receber todas as bênçãos de Deus’, ‘Estou em harmonia comigo mesmo e com o universo’. E quando envio, mentalizo isso também para as pessoas. Quando fazemos isso, ficamos nessa frequência, e a pessoa que recebe também sente”, revela.

Nesse momento, Socorro integra dois grupos que enviam Reiki para o Brasil e para o planeta. A conexão acontece todos os dias, às 13h e às 20h. “É uma egrégora que se forma com todo mundo, nesse mesmo horário, fortalecendo a energia em prol do planeta, que está precisando”, observa.

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