24 de novembro de 2020

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Da Revista Cenarium*

MANAUS – Ao seguir a mesma tendência das viagens de motorhome, o turismo náutico vive um boom nos tempos de pandemia. Em busca de alternativas seguras, isoladas e não muito distantes de casa, viajantes encontraram nas embarcações uma opção viável e longe de aglomerações para conseguir sair e respirar novos ares sem se expor ao novo coronavírus – e melhor: sem precisar ser dono ou conhecer alguém que tenha uma lancha, barco ou similar para embarcar nessa nova tendência.

Assim como é possível alugar uma casa em sites de compartilhamento de imóveis, surgem cada vez mais sites que conectam proprietários de embarcações com clientes. O aluguel de barcos foi, inclusive, um dos setores do turismo náutico que mais cresceu após a flexibilização das medidas de isolamento. Só na Europa, a plataforma de locação Nautal observou um aumento de 55% nas buscas do site no verão, em comparação ao ano passado.

Mas a tendência não ficou apenas no continente europeu e está começando a pegar em terras brasileiras, onde o verão ainda está chegando. Apesar de menos estruturado e popular que na Europa – mesmo com os oito mil quilômetros de litoral e muitas riquezas naturais –, o turismo náutico nacional começou a receber mais atenção depois das restrições das viagens (especialmente as internacionais) e o distanciamento social.

Antes mesmo de o verão chegar, as reservas já estão bombando: só o feriado de 7 de setembro teve um volume de reservas equivalente ao Ano Novo na locadora de barcos BnBoats, um fato inédito para a empresa. 

Fora o isolamento, um dos maiores atrativos de alugar um barco é a liberdade. Seja um passeio de algumas horas ou dias, quem opta pela locação tem mais autonomia para personalizar o ritmo e o roteiro da viagem, especialmente no caso de embarcações exclusivas para uma mesma família ou grupo. Além de mais livre, o aluguel de barcos privativos é também a opção mais segura do turismo náutico, já que restringe o contato com pessoas de fora do seu círculo de convivência.

(*) Com informações da Revista Viagem e Turismo

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