28 de fevereiro de 2021

Com Informações da Revista Metrópoles

SÃO PAULO – Antes mesmo de se formar no ensino médio, o brasileiro Jônatas Barros, de 21 anos, já sabia o que fazer na carreira profissional. Para ele, a medicina é uma ferramenta capaz de impactar positivamente o mundo e mudar a realidade de pessoas à margem da sociedade. Em 2018, ele realizou o sonho e entrou para o curso promovido pela Universidade de Brasília (UnB).

“Me sensibilizei, principalmente, em como eu poderia ajudar pessoas com o conhecimento. Porém, com o tempo, vi também a oportunidade de revolucionar a sociedade que eu vivo, como um meio de ascensão social e de promover o mesmo para outras pessoas com a representatividade e ajuda direta”, afirma.

Ao longo do curso, ele percebeu a necessidade de criar literatura sobre assuntos escassos no meio acadêmico, por meio de fontes científicas, como livros e artigos, e com o apoio de professores.

“Antes, vivia em uma bolha limitada que não me permitia criticar, mas, com a universidade e o contato com diversas populações, pude enxergar e me aprofundar em vários temas. Desde racismo, questões de gênero a interseccionalidades”, pontua.