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16 de setembro de 2021
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Com informações da Folha de S. Paulo

SÃO PAULO e PORTO ALEGRE – Uma aeronave King Air 360 caiu em Piracicaba, no interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira, 14, e matou seus sete ocupantes. Cinco dos mortos eram da mesma família. Segundo o Corpo de Bombeiros, por volta das 9h, a aeronave que levava a família do empresário Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan, caiu em uma área de vegetação provocando uma incêndio no local. Sete viaturas foram encaminhadas para a região.

Celso é irmão de Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do conselho de administração da companhia. Além dele, morreram sua esposa, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto do avião, Celso Elias Carloni, e o copiloto, Giovani Gulo.

As chamas já foram contidas na área do impacto, mas se alastraram para a vegetação de eucalipto. Os bombeiros agora tentam controlar o incêndio. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava com o certificado e a manutenção em dia.

O registro aponta que o avião modelo B200GT, fabricado em 2019, era da categoria de serviço aéreo privado e operado pela CSM Agropecuária Ltda. A reportagem tenta contato com a empresa.

De acordo com o major Marcos Palumbo, do Corpo de Bombeiros, não foi possível reconhecer as vítimas, pois a maioria estava carbonizada.

Nenhum dos ocupantes da aeronave, que constavam na lista de passageiros do voo, sobreviveu ao impacto seguido de incêndio, afirmou o major.

Na segunda-feira, 13, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) teve falha técnica e caiu em Campo Grande (MS). A queda gerou incêndio florestal e fez o espaço aéreo ser fechado por quase três horas.

Por meio de nota, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) confirmou que investigadores do Seripa 4 (4º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), seu órgão regional em São Paulo, foram acionados para apurar a ocorrência.

Entre as ações nesta fase estão identificar indícios, fotografar cenas, ouvir testemunhas e analisar partes da aeronave. “A conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os fatores contribuinte”, diz a nota do Cenipa.