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6 de maio de 2021

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Com informações da assessoria

MANAUS – O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), durante reunião virtual do Fórum Nacional de Governadores e a secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU), Amina J. Mohammed, nessa sexta-feira, 16, reforçou o pedido de auxílio ao organismo internacional para a aquisição de medicamentos, equipamentos, insumos e, principalmente, vacinas, para o enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil.

“Nosso apelo maior à ONU é no sentido de conseguir insumos e medicamentos e que, também, nos ajude nesse processo da vacinação. Nos ajudar na aquisição de mais doses, porque essa é a ferramenta mais poderosa, mais importante, que a gente tem para combater a Covid-19”, disse o governador, durante pronunciamento no fórum.

Os organismos internacionais têm prestado grande auxílio ao Amazonas no combate ao novo coronavírus. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), por exemplo, doou 122 mil testes rápidos de antígeno para a detecção do vírus.

Além disso, o Amazonas é um dos beneficiados da campanha global de arrecadação de fundos “Dê um Fôlego para a Saúde”, da Fundação OMS e Organização Mundial da Saúde (OMS), que doou, aproximadamente, US$ 150 mil para aquisição de equipamentos para oito municípios do interior do Amazonas.

O Hospital Sírio-Libanês e Opas têm sido fundamentais para a modernização da gestão da rede estadual de saúde. A parceria tem contribuído para melhorar protocolos e otimizar a capacidade de atendimento na rede.

Terceira onda

Ainda durante o pronunciamento, o governador destacou que, enquanto muitos estados do Brasil enfrentam o segundo pico da pandemia, o Amazonas prepara um plano de contingência para uma possível terceira onda de elevação de casos da Covid-19.

“A gente começa a se preocupar com uma possível terceira onda, levando em consideração o que tem acontecido, por exemplo, nos Estados Unidos e na Alemanha. Então a gente começa a se preparar para isso”, declarou.

O governador comentou que estruturas hospitalares, como leitos e usinas produtoras de oxigênio, não foram desmontadas após a diminuição significativa de casos, internações e óbitos. Ele destacou que essa medida tem apoio dos órgãos de controle e dos poderes Legislativo e Judiciário.