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23 de novembro de 2021
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Via Brasília – Da Revista Cenarium

Apoio à PEC

Sem ter muito com o que se ocupar, o pré-candidato à Presidência Sérgio Moro fará campanha no Senado, nesta terça-feira (23), para apoiar a PEC dos Precatórios paralela apresentada pelos senadores Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), José Anibal (PSDB-SP) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). A proposta de defender, entre outras coisas, o corte de despesas como recursos para financiamento do Auxílio Brasil, mas o relator da matéria na CCJ, Fernando Bezerra, vê pouca possibilidade de incorporar em seu texto a tese dessa PEC paralela. Moro quer demonstrar que tem outros assuntos para tratar em sua pré-candidatura, além do combate à corrupção. O Podemos tem nove senadores e a maioria deve votar contra a PEC da Câmara.

Na berlinda

Com o PSDB na berlinda por conta do fiasco tecnológico nas prévias do partido, petistas não perderam a chance de espezinhar o tucanato. “Eram os competentes que sabiam tudo…”, disse o secretário de Comunicação do PT, Jilmar Tatto. Nas redes, o deputado Alexandre Padilha (PT-SP) emendou: “Se quiserem, podemos montar uma oficina com nosso setorial de ciência e tecnologia kkk”, tuitou. Menos. Nas últimas eleições internas do PT, houve impugnações por suspeitas de fraude e até morto votou em 2019.

Sem limites

Estancados nos 5% que enterraram Geraldo Alckmin em 2018, os tucanos estão perdendo a mão nas ofensas. É nota oficial para todo lado, mas nada de resolver o vexame das prévias. O governador Eduardo Leite (RS) foi a público desdizer nota do PSDB nacional de que havia um consenso para que a eleição se resolvesse até domingo. O gaúcho chegou a colocar em dúvida a lisura da votação. Já o pré-candidato João Doria (SP) apoiou o presidente da legenda, Bruno Araújo, dizendo que qualquer tentativa de adiar a eleição é “violentar as prévias”.

Gás Social sem fonte

O governo sancionou, sem vetos, o Gás Social, mas ainda deve apostar na aprovação da PEC dos Precatórios e da mudança no teto de gastos para viabilizar o programa. Apostam na aprovação da PEC para que o programa seja efetivamente colocado em prática, com maior escala. A articulação política pretende usar o prazo de até 60 dias para regulamentação da iniciativa, onde será desenhado o benefício, para saber qual será o tamanho da folga no teto de gastos que poderá ser aprovado pelo Congresso.

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