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24 de novembro de 2021
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Com informações da assessoria

MANAUS – Apesar de ser cheio de padrões, inspirações e referências, o modo de se vestir faz parte da expressão corporal de uma pessoa e está diretamente relacionado com a personalidade. A consultora de imagem Ghiysa Benchimol explica que a forma como alguém se veste tem muito a dizer sobre quem ele é, além de influenciar a visão das pessoas.

“Desde a antiguidade, vestir uma roupa, colocar colares com dentes de animais ou usar peles de vários animais simbolizavam força, poder, autoridade, determinação e coragem. Com o tempo, o ser humano foi mudando a forma como ele se veste, mas as roupas e acessórios continuam transmitindo a mesma mensagem”, explica Ghiysa.

Benchimol salienta que, quando o cérebro humano visualiza alguém, nos primeiros cinco segundos, ele diz se pode confiar ou não naquela pessoa levando em conta a maneira como ela está vestida. Isso, muita das vezes, continua a especialista, traz um juízo de valor errôneo em relação à competência da pessoa.

Ghiysa Benchimol é consultora de imagem (Arquivo Pessoal/Divulgação)

“No entanto, sabendo dessa característica, nós podemos melhorar a forma como transmitimos a nossa imagem. Não precisa ser a roupa mais cara ou uma marca específica, mas ela precisa estar sempre limpa, alinhada e passada. Devemos também observar o número certo para cada corpo, nem maior e nem menor”, frisa a consultora.
 
Será que existem mesmo roupas que trazem elegância, poder e credibilidade? A resposta é sim, existem! Conforme Ghiysa Benchimol, a boa aparência vai muito além das roupas que você usa. Envolve também a forma de pentear o cabelo, maquiagens e acessórios.

“Se você coloca uma roupa preta, azul-marinho, de alfaiataria, com cortes, com ombreira ou com alinhamento mais reto. Usa sapato de couro, salto alto de bico fino, e está sempre com o cabelo escovado, rabo de cavalo ou com coque, unhas bem feitas e vestidos no tamanho midi. Todos esses elementos trazem elegância e influenciam na sua imagem, passando mais credibilidade”, afirma Benchimol.

A influência do look na autoestima

Se você realmente quer influenciar sua autoestima, a consultora de imagem salienta que é preciso escolher roupas que você se sinta bonita, poderosa e confortável.
 
“Precisa enaltecer aquilo que acha mais belo no seu corpo e, de repente, disfarçar aqueles pontos de tensão que você não gosta muito. Com isso, nós conseguimos fazer com que a roupa seja uma aliada da nossa autoestima, sem a necessidade de estar no padrão da moda em vigor no momento. Claro, você pode utilizar elementos da moda, mas que caibam na sua autoestima, que faz você se sentir mais bonita. Não é porque está na moda que você vai ter que usar, você precisa usar aquilo que te deixa feliz, segura e linda”, reforça.

(Arquivo Pessoal/Divulgação)

Muitas pessoas têm dúvidas na hora de comprar um novo look ou montar um com o que tem no guarda-roupa, mas como saber quando estou precisando de uma consultoria de imagem?

“Geralmente quando você gasta muito dinheiro com roupa e quando abre o guarda-roupa e tem aquela sensação de que nunca tem nada para vestir. Não se sente bonita, não entende seu estilo, não sabe passar por vários ambientes e estar sempre arrumada, tem dificuldade de escolher roupa para trabalhar, para sair, até para ficar em casa. Tudo isso são indicadores de que você precisa de uma consultoria de imagem. Pois, a partir desse processo, você vai entender o que gosta, o que compra por impulso e acaba não usando. Você precisa entender suas proporções corporais, roupas que vão deixar você mais bonita, entender mais de cores”, destaca a consultora.
 
Ficarei sempre refém do terno para demonstrar poder e autoridade?
 
Apesar do terno, blazer ou um taiê trazer a sensação de elegância, poder e autoridade, Ghiysa Benchimol afirma que não é preciso ficar refém dessas vestimentas.

 “Você pode usar outros elementos, como uma blusa bem cortada, com tecido mais sofisticado, colocar cores mais sóbrias, como azul-marinho, vinho, azul petróleo, até o preto, além de uma calça ou saia com caimento bom. Então, dependendo do tipo de tecido, do caimento, você pode estar, sim, elegante e não, necessariamente, usar blazer ou terno. Lógico, tudo alinhado à postura corporal. No caso das mulheres, andar bem de salto, unhas e cabelo feitos. Já os homens precisam ter cuidado com a barba, bigode, e como gesticulam as mãos e braços. Outra questão são os acessórios, um bom relógio, um cinto, um sapato. Tudo isso vai fazer com que a sua imagem crie autoridade ou não”, conclui Ghiysa Benchimol.