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18 de janeiro de 2022
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Com informações do G1

O Partido Comunista Chinês (PCC), que dirige a segunda economia do mundo, celebra seu centenário a partir do próximo dia 1 de julho. Esta é ocasião para fazer um “tour” no país e visitar os locais emblemáticos do chamado “turismo vermelho”, com seminários nos hotéis ao longo do caminho que conta a história do socialismo chinês.

O memorial onde ocorreu o primeiro congresso do Partido Comunista Chinês fica situado na beira do Lago Sul, na cidade de Jiaxing, no norte da província de Zhejiang, no leste da China. Neste período do ano, o calor interrompe algumas atividades em torno do monumento, como o corte da grama, realizado a mão, minuciosamente, pelos jardineiros encarregados da tarefa.

Muitos grupos visitam o memorial. Vários passeios são organizados pela Associação Chinesa de Promoção da Democracia. Alguns turistas vêm sozinhos, como esse ciclista filiado ao Partido Comunista que se levantou às 3h da manhã e pedalou 190 km para ver a exposição.

O governo propõe seminários teóricos nos hotéis para os chamados turistas “vermelhos” aperfeiçoarem seus conhecimentos do socialismo à chinesa. “Estamos lotados”, explicou o responsável de clientela de um dos estabelecimentos situados perto do museu do PCC. “Temos três seminários sobre os conhecimentos do partido todos os dias”, conta.

No dia da reportagem, uma das salas de reunião do hotel, por exemplo, sediava um curso sobre a história do partido, reservado ao comitê da reforma de um distrito da capital da província de Zhejiang, onde nasceu o PCC. Outra sala foi reservada aos estudantes da célebre universidade Tsinghua, de Pequim. A mídia oficial chinesa insiste na necessidade de promover a história das origens do partido para a juventude, garantindo, assim, sua sobrevivência ao longo das gerações.

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