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22 de novembro de 2021
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Com informações da Folhapress

SÃO PAULO – O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) terminou a semana afirmando a colegas de Congresso que vai agendar a sabatina de André Mendonça na Comissão de Constituição e Justiça até o dia 15 de novembro. Ele disse nas conversas que vai, enfim, pautar o assunto porque tem total convicção de que o ‘terrivelmente evangélico’, indicado por Jair Bolsonaro, será rejeitado pela maioria dos senadores. O impasse já dura 102 dias.

Alcolumbre fez, pessoalmente, campanha contra Mendonça e buscou voto por voto para derrotá-lo. Um dossiê sobre a suposta proximidade do ex-ministro da Justiça de Bolsonaro com a Lava Jato foi levado a parlamentares.

O presidente da CCJ continua a afirmar em conversas com amigos que fará tudo pela indicação do Procurador-Geral da República, Augusto Aras. Ministros do governo, no entanto, continuam afirmando que Bolsonaro não aceitará porque vai manter a palavra de indicar outro evangélico, caso a derrota se concretize.

Há outras indicações paradas na CCJ, como para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Elas também devem ser destravadas. Em entrevista à Folha, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente da Casa, disse que a indicação pode ser votada no plenário, na segunda quinzena de novembro.