30 de outubro de 2020

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Da Revista Cenarium*

BRASÍLIA  — O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou neste sábado, 19, que o Brasil é o país que apresentou o melhor desempenho no combate aos efeitos econômicos provocados pela pandemia de Coronavírus. Ao discursar para uma plateia de evangélicos, em evento da igreja Assembleia de Deus em Brasília, Bolsonaro declarou que foi obrigado a tomar decisões importantes, mesmo “sendo tolhido pelo Poder Judiciário”.

Presidente da República, Jair Bolsonaro durante Assembleias de Deus no Brasil, Ministério de Madureira – CONAMAD. (Divulgação/Agência Brasil)

“Passamos uma grande provação. Ou melhor, estamos no final dela. Na parte econômica, o Brasil foi o que melhor se saiu. Quis o destino também que na área de saúde, aos poucos, ao se deixar de politizar a única alternativa que nós tínhamos, começou a se salvar mais vidas”, disse Bolsonaro.

O presidente ressaltou também que foi obrigado a tomar decisões que contrariavam os interesses de pessoas poderosas, mas disse que sempre esteve interessado no melhor para os brasileiros. Segundo ele, o país voltará à normalidade ainda em 2020.

“Eu tive que tomar decisões, mesmo sendo tolhido pelo Poder Judiciário. Se, naquele momento, a chacota se fez presente, hoje vemos que estamos no caminho certo. Se Deus quiser, voltaremos à normalidade ainda no corrente ano. O meu trabalho, como chefe de Estado, é produzir o bem-estar e a felicidade para os seus”, declarou.

Bolsonaro ainda acenou aos eleitores conservadores e afirmou que o Brasil foi tomado por pessoas que querem destruir o ideal de família.

“Aqui, nesse recinto, se prega diuturnamente a importância da família para todos nós. A família quase deixou de existir há poucos anos. O Brasil foi tomado pelo politicamente correto, onde tudo se podia desde que não se criticasse aqueles que queriam destruir a família”, finalizou.

Mortes por Covid-19

O Brasil contabiliza mais de 135 mil mortes pelo novo Coronavírus, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Com 39.991 novos diagnósticos registrados entre quinta-feira, 17, e sexta-feira, 18, pelas secretarias de saúde dos estados, o Brasil chegou a 4.497.434 pessoas infectadas pelo vírus.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil é o segundo país com maior registro de mortes por causa da covid-19 no mundo, atrás apenas do Estados Unidos (que soma mais de 196 mil óbitos). Embora haja defasagem de até dois dias nos números da OMS, eles são usados como parâmetro durante a pandemia.

(*) Com informação do UOL

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