2 de dezembro de 2020

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Com informações da VEJA

SÃO PAULO – A vereadora eleita no Rio de Janeiro, Monica Benicio (Psol), viúva de Marielle Franco, irá reapresentar os 12 projetos de autoria da ex-companheira, também do Psol, e que não foram adiante pelo crime que a vitimou. A estreante na política, recebeu 22.919 votos e garantiu seu lugar na Câmara Municipal da cidade carioca.

Monica pretende dar atenção especial à proposta que cria o Dia Municipal da Visibilidade Lésbica, para despertar a atenção e o debate sobre a violência imposta a esse segmento.

Na justificativa, Marielle escreveu que “as mulheres lésbicas são alvo de violência simbólica, verbal, psicológica, física e econômica em todos os espaços: a família, a rua, os hospitais, a escola, o trabalho”.

E também: “o apagamento lésbico é alarmante porque é, ao mesmo tempo, resultado e fonte da lesbofobia. E é essa mesma lesbofobia, o ódio e o preconceito contra as mulheres lésbicas, que faz com que as mulheres lésbicas sofram diferentes formas de violências, desde a negação de suas identidades até a violência sexual e física”.

A data a ser lembrada é 29 de agosto. Foi nesse dia do calendário, em 1996, que ocorreu o 1º Seminário Nacional de Lésbicas.

Outro propósito de Monica é fazer pegar a lei do Espaço Coruja, uma iniciativa de Marielle, mas que ainda não vingou. É um espaço infantil noturno, para receber crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, cujos pais e responsáveis trabalham ou estudam à noite.

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