30 de outubro de 2020

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Náferson Cruz – Revista Cenarium

MANAUS – Parte do carregamento da apreensão de 6 toneladas de entorpecentes tipo skunk, realizada durante a operação “Mamon”, chegou no início da tarde deste domingo, 27, no aeroporto internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

A última remessa foi trazida em uma aeronave modelo Brasília, vinda do município de Tefé. Assim como o primeiro translado realizado no sábado, 26, um forte esquema de segurança foi montado para receber a carga.

A ação da Polícia Civil, por meio do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), é considerada uma das maiores operações de combate ao narcotráfico da história do Amazonas.

De acordo com informações preliminares da polícia, a droga estava escondida no casco de uma embarcação de ferro. A operação foi desencadeada na sexta-feira, 25, na capital e nos municípios de Barreirinha, Manaquiri e Japurá.

Além da expressiva quantidade de droga, também foram apreendidos carros, objetos de luxo, três embarcações e R$ 2 milhões em espécie. Nove integrantes de uma organização criminosa foram presos.

O grupo liderado pelo narcotraficante identificado apenas como “Gilson”, o “Rei do Skunk”, atuava em Manaus e nos municípios nas calhas do rio Amazonas. De acordo com o DRCO, Gilson construiu um patrimônio milionário em Manaquiri, proveniente do tráfico de drogas. A apreensão gerou um prejuízo de mais de R$ 100 milhões ao crime organizado, segundo a polícia.

Operação para receber o carregamento

A operação montada com carros blindados para receber a carga teve o apoio operacional do Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (Fera). O montante da droga foi encaminhado à base do DRCO, na avenida Brasil, Compensa, zona Oeste.

O nome desta operação se refere à passagem bíblica “Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mat. 6-24), palavra que simboliza riqueza e cobiça.

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